A intoxicação por monóxido de carbono no combate aos incêndios florestais
DOI:
https://doi.org/10.66612/kgyf4z92Palavras-chave:
intoxicação por monóxido de carbono, ciências ambientais, inovação metodológicaResumo
A queima incompleta de matéria orgânica durante os incêndios florestais apresenta grande quantidade de monóxido de carbono - CO, eventualmente 10 vezes acima do limiar de segurança conforme o protocolo europeu de segurança. Foi elaborado um estudo pioneiro acerca da intoxicação por CO em bombeiros durante o combate a incêndios florestais, utilizando-se o carboxímetro portátil. Foram avaliados 12 alunos do Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais do Corpo de Bombeiros Militar do estado de Mato Grosso do Sul, ao início e ao final de cada expediente em 2 dias de queima controlada de 2,2 hectares na fazenda Maracangalha, em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Após a coleta, os dados foram analisados estatisticamente, de forma a verificar se a intoxicação é relevante e, em caso positivo, a partir de que momento há risco para a saúde dos bombeiros militares combatentes de incêndios florestais. Todos os participantes apresentaram alguma intoxicação, que variou de 2 a 12%, sem desintoxicação efetiva entre um dia e outro de combate ao incêndio controlado.
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